domingo, 8 de março de 2009

“A moda paraense tem qualidade e me satisfaz"



Na sobriedade do ambiente de trabalho, Mayssa veste tailleurs e calças de alfaiataria. Contudo, sempre que pode, lá está ela de vestido ou saia circulando pelos corredores do tribunal. De preferência, em tons marcantes. Mesmo no trabalho, ela evita cores fechadas e escuras como o preto – cor da qual não se mostra grande fã. 'No meu armário você encontra de tudo, desde terno até saia. Não tenho um estilo, grife, essas coisas, sabe?! Posso não gostar de preto, mas posso ver uma blusa preta na vitrine e achá-la linda. Eu vou e compro', afirma.

Horas esquecidas no salão de beleza? Minutos sem fim na academia? Definitivamente essa não é a praia da jovem advogada Mayssa Maia. Ligada em comprar roupas e acessórios, ela já criou um estilo e adora inventar sua própria moda

E para deixar o visual redondinho, Mayssa adora combinar suas roupas com jóias e bijuterias. Pulseiras de vários tamanhos e estilos nos dois braços, um relógio com detalhes em brilhantes, anéis em quase todos os dedos e um par de brincos chegando ao pescoço. Foi assim que ela posou para a nossa equipe. 'Percebeste outra coisa em mim? A maioria das minhas bijús têm essa tendência para o ouro', destacou.

E, de vez em quando, Mayssa radicaliza e inventa moda. Faz umas coisas estranhas no cabelo, amarra fitas, lenços. As amigas questionam. Ela pouco se importa: 'Se me sentir bem, me achar bonita, uso, visto sem nenhum problema', frisa.

De personalidade forte, a jovem não se acha vítima da moda e afirma que jamais compraria algo que não lhe caísse perfeitamente. 'Nunca compro só por comprar. Procuro investir em coisas nas quais daqui a seis meses vou poder usar novamente', diz a advogada.

Antenada com as novidades da produção local, graças à influência da mãe, a jornalista e presidente de uma ONG de costureiras, Felícia Maia, a jovem elogia os produtos da moda paraense. 'Temos boas marcas, bons estilistas como Ana Miranda e Estela Rocha. A produção paraense tem qualidade. Gosto de comprar roupas em Belém, seja no shopping center ou no atelier. Certas coisas até prefiro comprar aqui, como vestidos de festa. Enfim, o mercado paraense me satisfaz', conclui.

Veja matéria completa em: O Liberal